quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Jovens e Religião por Pedro Evans e Matheus Garcia (3/3)


Conclusão


A relação dos jovens com a religião é uma relação bem paradoxal. Alguns jovens sentem dificuldade em face das
instituições. As Igrejas, enquanto tais, com normas, regras, doutrinas, prescrições, moral vinculante não os atraem. Pelo contrário eles se posicionam criticamente diante delas como tendência geral. No entanto, há grupos aguerridos que as defendem com unhas e dentes.

Jovens e Religião por Pedro Evans e Matheus Garcia (2/3)

O outro lado

Contudo, um exemplo de jovens que gostam da religião e seguem a sua doutrina, são os jovens Amish:
“ Há um grande grupo de pessoas nos Estados Unidos – mais de 100 mil - que nunca vão acessar nenhum site porque não tem computadores, não possuem eletricidade para conectar os computadores e nem querem eletricidade para conectá-los. Essas pessoas se locomovem em carroças tracionadas por cavalos e usam lampiões como luz. As pessoas a quem nos referimos são chamadas coletivamente de "Os Amish". O fato de os Amish serem capazes de manter um estilo de vida do século XVIII em pleno século XXI é incrível!”


Outro grande movimento que une jovens com a religião é a Jornada Mundial da Juventude que ocorreu esse ano no Brasil, com seus principais eventos  no Rio de Janeiro, mas com uma missa em Aparecida (a próxima será na Polônia). Esse evento reuniu mais de 3 milhões de jovens de mais de 175 países diferentes:

“Mais de três milhões de jovens se reúnem na praia de Copacabana para participar da Vigília da oração com o Papa Francisco. A informação foi divulgada pela prefeitura do Rio de Janeiro durante o percurso do Pontífice de papamóvel. Essa é a primeira vez que a praia recebe um público tão grande. O recorde anterior era de 2,3 milhões.
A Vigília é o penúltimo Ato Central da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013). Ela é considerada o ápice da programação oficial. Os jovens, juntos ao Pontífice, se reúnem em uma noite de adoração. A programação é acompanhada Ao Vivo em dioceses do mundo inteiro por outros jovens que unem-se espiritualmente nessa mesma oração.

Tradicionalmente, os jovens permanecem a noite no local da Vigília e na manhã de domingo participam da Missa de Envio com o Santo Padre. Nessa celebração, o Papa anuncia o local da próxima JMJ.”











quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Juventude em outras culturas por Arthur Araujo, Gabriel Figueira e Marcelo Martins

         Juventude em outras culturas

Escolhemos três países para mostrar para vocês como é a adolescência neles. Entre quais escolhemos estão: 


  • Camarões
  • Etiópia
  • China


Você já pensou em procurar sobre os jovens de outros países, culturas diferentes? Pois é, eles são muito diferentes. Se formos pensar oque pode ser velho para nós, para eles pode ser uma coisa extremamente nova que nunca virão em suas vidas, ou oque para nós é bonito para eles não e etc...

  • Camarões:
Em Camarões há um costume de usar objetos em brasa para queimar os seios de meninas que chegam a puberdade. As adolescentes camaronesas passam pela experiência pois as mães acham que este modo é o melhor para adiar a vida sexual das filhas.
  Isto acontece, porque muitos homens em Camarões acreditam que as meninas que chegam a essa fase já estão prontas para relações sexuais. Com esse intuito as mães das adolescentes tentam "esconder" os seios delas.

   Os objetos usados para diminuir os seios das adolescentes é um pilão, aquele de cozinha sabe?  feito de madeira aquecido na brasa. Também são usadas cascas de coco, bananas e pedras, que são forçadas contra o corpo delas.


  • Etiópia:
Crianças hackeiam tablets Android...

Crianças sem contato com palavras, ligaram os tablets , exploraram, aprenderam e hackearam em apenas 5 meses.
  Em determinadas regiões africanas, sabemos que a educação é uma das lacunas mais pertinentes que existem, e persistem. São muitas as crianças que crescem sem saber ler nem escrever, e sem ter acesso a qualquer gênero de tecnologia... um contraste da nossa sociedade atual.
  No entanto, o fato das crianças não terem um contato direto com práticas educativas, não significa que não tenham uma capacidade cognitiva e uma lógica pronta para se desenvolver corretamente... Muito pelo contrário.
  • China:
Repórter :   
"Quando era repórter no Recife, sempre me impressionei como os jovens da periferia envelheciam cedo. Envelheciam, sim, mais do que amadureciam. Pressão para arrumar um emprego, a violência latente de suas comunidades, alcoolismo dos pais e as dezenas de dificuldades que já sabemos de cor. Uma situação semelhante encontrei na China. Semelhante, não igual.A primeira impressão que tive é de que todas as meninas com quem eu trabalhava eram bem mais velhas do que eu. Ledo engano. Todas eram bem mais novas. A mais velha tinha 24 anos. Comecei a achar que era apenas a falta de costume ao padrão oriental. Mas, também justifiquei minha primeira idéia pela postura madura que todas tinham. Bem, aos 22 anos, lembro-me bem dos meus amigos e colegas, a maioria ainda conservava aquela ar adolescente, de quem está na faculdade, curtindo uma semi-liberdade, o primeiro carro, o primeiro estágio, que demandava uma certa responsabilidade, mas não tamanha a ponto de fazer-lhes cancelar as festas e bebedeiras.
Aqui, é diferente. Estão todos sob a gigante pressão dos números que indicam mais de 1 bilhão de pessoas em busca de oportunidades. Os chineses não se acham no direito de arriscar, errar. Sabem que a margem para erro é pequena. Agarram-se ao emprego e quase não reclamam das condições insalubres de trabalham que lhe obrigam a ficar horas a fio em pé, usando saltos, sem direito ao descando regulamentar. Quase não reclamam. Porque um dia o cansaço humano bate. E por mais que os chineses enfrentem seus desafios com uma alegria quase brasileira, é fácil ouvir: “Queria muito um dia mandar tudo para o espaço”.
As condições de trabalho aqui: 9 horas por dia, 15 minutos de almoço e, muitas vezes, apenas um dia de folga. Férias? Só em alguns casos. No hotel, depois que cruzamos a porta que separa o corredor dos hóspedes para entrar na área dos funcionários, o mal cheiro entranha. O dormitório das meninas é quente e seco. Essas mesmas meninas que precisam ser tão maduras, fumam escondido dos pais, nunca foram a um bar.
Um dia, perguntei aos meus amigos que ainda estão na faculdade: Não existe nenhuma área promissora, alguma em que os empregos sejam mais fartos? Resposta: nenhuma!
A pressão começa ainda mais cedo. Conversava com meus colegas sobre os desenhos animados da infância: Mickey, Jaspion, Sonic. Os mesmos. Comentei que costumava passar noites acordada jogando Sonic no videogame. William, um dos rapazes, disse “Eu até que gostaria. Mas, eu tinha de estudar”. Eu respondi: “Mas, isso era só nas férias”. Ele: “Aqui, a gente tem até férias. Mas, nossos pais costumam contratar professores particulares para que continuemos tendo aulas e assim, garantimos nosso emprego no futuro. Meu pai é policial, conseguiu pagar essas aulas para mim, eu tinha de aproveitar”.
Essa geração vem de pais que conseguiram certa ascensão e querem que os filhos subam mais ainda. Correm atrás do tempo perdido. Em um salto, as crianças viram adultos. Sem direito à adolescência, de errar. Os números de suicídio entre jovens aumenta paulatinamente."
























segunda-feira, 9 de setembro de 2013

“Lição de vida” por Ana Carolina Puglia

         Sou Maria e vou te contar uma história estranha e que não sei o que exatamente aconteceu. Tenho 19 anos e estudo na universidade de “Cambridge”. Meu pai é alemão e poderoso. Seu ídolo desde pequeno é Hitler, eu também o admiro muito, ele matou milhares de judeus, e isso é bom, pois não gosto dessa raça.
            Um dia eu estava cansada e de repente me vejo em uma fila cheia de mulheres, entrando em um salão escuro, nojento, com cheiro forte.
            Corri para longe e me deparei com um espelho. Percebi que estava na época da 2º guerra mundial e que era uma judia, pois estava com uma roupa listrada com um símbolo de uma estrela. Fiquei desesperada por ser aquela raça que minha família tanto odiava e saber que iria morrer na câmera de gás.
            Aquele cheiro de corpos queimados era horrível. Estava com fome e sede, tive que beber água de um rio sujo próximo. Estavamos cercados por grades, com frio e com muito medo. Tinha soldados massacrando pessoas e matando á socos, batendo e torturando.
            Levaram-me ao campo de concentração. Um soldado nervoso me empurrou no chão e me agrediu. Naquele momento, percebi que os judeus foram verdadeiros heróis de terem aguentado toda aquela tortura, sede, fome, sofrimento, agressões, aquele cheiro e suportava tudo isso apenas por terem suas opiniões diferentes de Hitler.

            De repente, um soldado diz para eu ir para um fila e aguardar e quando percebo já estou estrando na câmera de gás e ouço um barulho insuportável...

DROGAS ENTRE JOVENS POR SAMANTHA BENEDETTI E MARIANA COELHO

  • O QUE SÃO DROGAS:
          Droga, cientificamente, significa todo e qualquer medicamento. Entretanto, passou pouco a pouco a significar  as substâncias tóxicas que produzem no sistema nervoso central. Geralmente, para quem as utiliza, levam a uma sensação de prazer. Essas sensações podem alterar a percepção, a inteligência, a memória, o raciocínio e o autocontrole. 
          O descontrole (ou abuso do uso) está ligado a uma série de fatores tais como: o tipo de droga utilizado, dosagem, como administrar, estado de saúde física e mental, entre outros. 
          Recorrer às drogas psicoativas foi, através de tempos, utilizados pelos mais diversos grupos com fins religiosos, culturais, medicinais ou de prazer. Hábitos e costumes sociais ditavam seu uso em cerimônias coletivas, rituais ou festas. Nesses contextos, de um modo geral, não representam perigo maior para a 
comunidade pois seu uso estava sempre sobre controle. 
          Atualmente, o problema é justamente o uso indiscriminado, como forma de alienação (fuga) da realidade, de relaxamento das tensões da vida moderna ou como tentativa de superação de problemas não-resolvidos. Mudanças sociais e econômicas são também fatores que levam ao uso das drogas. A insatisfação e o estresse constante a que o homem moderno vive submetido, bem como o estímulo crescente ao consumo e à posse de mais e mais bens materiais, incentivam a busca de novos produtos e prazeres - as drogas podem ser um deles. Estas vão, vagarosamente, afastando as pessoas da possibilidade de uma busca para os seus problemas.
  • A devastação que as drogas fazem no cérebro

    As drogas agem na parte mais delicada do cérebro humano, o mecanismo de transmissão os impulsos nervosos. O cérebro tem por bilhões de células, o neurônio, que se comunicando entre si geram sensações, o pensamento ou a ação. Essa comunicação só acontece graças a substâncias químicas conhecidas por neurotransmissores. É aí que as drogas chegam para atrapalhar. Interagindo com os neurotransmissores, tornam imprecisas as mensagens entre os neurônios. É o fim dos impulsos nervosos. Elas podem estimular o sistema nervoso central, como a cocaína, a cafeína e a nicotina. Deprimi-lo como o álcool ou a heroína. Perturbá-lo, como é o caso da maconha e do ácido lisérgico. Fica-se eufórico inapetente ou insone. Veem-se coisas. Ouvem-se sons.           Dependendo do tipo de droga, da quantidade usada e do tempo de uso, variam os malefícios. A cocaína e atualmente o Crack são as drogas que mais rapidamente devastam o usuário. Bastam alguns meses ou mesmo semanas para que ela cause um emagrecimento profundo, insônia, lesão da mucosa nasal e maior suscetibilidade a convulsões. Ao longo dos anos, porém, os efeitos destrutivos do álcool são mais graves e numerosos. Entre eles estão gastrite, hipertensão, pancreatite, miocardite, hepatite e cirrose. Retrato dessa tragédia são as clínicas brasileiras. A média de idade das pessoas que procuram ajuda contra a bebida, por exemplo, é de 35 anos. Contra a cocaína e crack, 20 anos.
          Cada droga em particular tem efeitos próprios, mas podemos sistematizar alguns efeitos gerais:
1. Alterações do sistema nervoso central;
2. Alterações sexuais - as drogas produzem exacerbações da libido ou o contrário;
3. Desequilíbrio orgânico - o uso de drogas afeta todas as partes do organismo. Promove alterações respiratórias e circulatórias. O viciado com o tempo adquire aspecto próprio tornando-se pálido, com os olhos esbugalhado  e sinais de envelhecimento precoce;

4. Convulsão e desagregação mental - no início o adolescente experimenta excitação da memória e aclaramento de ideias e isso o anima a continuar. Mais tarde aparece apatia psíquica, embotamento, idiotice e psicoses. 

Jovens e religião por Pedro Evans e Matheus Garcia (1/3)


Jovens e religião

Há tempos os jovens vem perdendo o interesse na religião, uma pesquisa recente aponta uma queda no número de freiras, frades, irmãos e irmãs. A possível causa disso é que os bispos, padres, rabinos e autoridades religiosas não falam mais uma linguagem que interessa aos jovens. Eles não estão “na moda”. Esse desinteresse começa com o habito de não ir à o culto religioso nos finais de semana.

Alguns jovens também escolhem a religião para não caírem no mundo das drogas ou no álcool. Alguns jovens também não vão para alguma religião por simplesmente não serem aceitos, como skatistas, surfistas, punks, góticos, etc. Outro motivo que afasta alguns jovens da religião (em menor número) é a sexualidade, pois algumas religiões tem preconceito ou sua doutrina não permite que homossexuais frequentem o centro religioso.

 

 
Escolhas profissionais por Júlia Mattos e Camille Malerba

  • Dificuldades entre jovens


Durante a adolescência é quando temos que começar o planejamento de nossa profissão, algo que pode definir toda uma trajetória de vida. Alguns adolescentes desde sempre sabem qual rumo tomar, ou conseguem decidir sem grandes problemas. Por outro lado, boa parte dos jovens ficam bastante indecisos neste momento. A indecisão é normal, afinal ter certeza sobre qual profissão irá se dedicar não é simples, questionamentos vem a mente, tudo dará certo? Terei sucesso? Dinheiro? Ou seja, começa aí a dificuldade da escolha, porque quando se escolhe uma carreira, se escolhe também uma ou várias outras a abandonar. A dificuldade pela escolha também pode ser influenciada por outros fatores, como o fato de ser comum aos filhos se influenciarem nos pais, os terem como referência. Isto é muito positivo, mas se o jovem desejar uma profissão e não encontrar apoio nos pais ficando inseguro. Esta situação pode ser mais séria, levando o jovem a escolher a profissão que os pais desejam.

  • Vestibular


Para um adolescente, vestibular significa rito de passagem. É o primeiro momento em que ele enfrenta a concorrência do mundo lá fora. A geração atual encara esse fenômeno de maneira um pouco diferente da anterior. Antigamente, o que importava era passar e mostrar para pais, professores e colegas do que se era capaz. Por isso, muitos adolescentes escolhiam o curso não apenas visando à carreira, mas sobretudo em função do status da faculdade. Havia mais mérito em ser aprovado num curso de medicina, concorridíssimo, do que em um de letras, em que as vagas geralmente sobravam. Era altíssimo o índice de jovens que se arrependiam depois e mudavam de faculdade.
  •  Exemplo

Sandra Garrido, paulistana de 18 anos que prestará o vestibular para publicidade nos próximos meses, é um típico exemplo da postura da nova geração. Antes de escolher a faculdade, visitou várias. Deixou de lado as públicas, que tinham mais renome, e optou por uma particular, mais voltada para o mercado e com laboratórios mais modernos. "A universidade pública se apoia no passado e às vezes não tem noção do que está ocorrendo hoje", acha Sandra. Desde antes do vestibular, a profissão é uma das maiores preocupações do adolescente. Pesquisas apontam que a maior fonte de felicidade para o jovem não é o dinheiro nem o amor. O sucesso profissional é o que conta para 47% deles.
  • Teste vocacional

Um teste vocacional é um teste que se realiza em pessoas para testar os interesses e aptidões a fim de indicar uma ou mais possíveis vocações. Os testes vocacionais são pouco usados hoje em dia. Eles podem ajudar a conhecer suas habilidades e gostos. No entanto, isso não obriga alguém a definir uma profissão só porque o teste indicou isso; os questionários são padronizados e as pessoas não. Os testes vocacionais tradicionais, que dividem o mundo em humanas e 'exatas, foram praticamente banidos.